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Author: adminLearnGen

Motion Digital, who we are and our contribution to LearnGen project

Motion Digital, who we are and our contribution to LearnGen project

Motion Digital is a start-up founded in 2019 in Czech Republic, in Prague – the heart of Europe. Our mission is to enrich people’s lives in a sustainable environment through technology, exponential growth, and human development. And our core purpose is to empower lifelong learners to take control of their lives and drive systemic changes which improve the quality of life.

We are proud to embrace our main values of:

  •  Diversity & Inclusion
  •  Responsibility & Sustainability
  •  Growth Mindset
  •  Honesty & Integrity

As part of our mission we are connecting with other organisations and educational institutions in Europe with a similar goal. We work together on international projects with the theme of wellbeing, inclusion and sustainability funded by Erasmus+.

We are a proud partner of a multi-country consortium, working together on a project called LearnGen: Intergenerational Mentoring and Learning in the Workplace. The focus of the project is to address the issues of ageism and social exclusion in the workplace as evidenced by the bias, discrimination and segregation of marginalized workers.  Both older workers as well as young workers need to develop the necessary core skills to teach and learn from each other. According to the European Centre for the Development of Vocational Training (Cedefop), 70% of EU workers need at least moderate digital skills to perform their tasks. These are becoming core skills needed for their employability and career success. This is especially a big issue for older employees (age 55+) who face discimination in employment and access to goods and services (40% of EU citizens believe there is widespread age discrimination in their country according to the 2019 Eurobarometer).

At Motion Digital, we are very excited to embark on this project and the impact that we can make in our community. Our team and our partners will develop and disseminate a curriculum which will be accessed and used by many trainers, HR professionals and other managers. Through this we aspire to help older workers narrow their generational gap and younger workers to improve their skills, in the pursuit of improving intergenerational learning for both groups, empowering them and confidently integrating them in the workplace.

Introducing the project team of CARDET

Introducing the project team of CARDET

Dr Panagiotis Kosmas

Panagiotis is our head of education unit at cardet responsible for 45 of projects related to education. As a senior researcher he has long-standing experience in research and managing european projects. His expertise lies mainly in education, innovation and technology and he has a keen interest in lifelong learning, adult education and proffesional development.

Kiki Kallis

Kiki is our HR manager at CARDET with over 20 years of experience in HR consulting and managing human resource departments.

A strong proponent of social justice and inclusion, she is also project manager on projects dealing with diversity and inclusion and employee wellbeing, topics that are close to her heart and professional interests.

CARDET expertise in similar projects:

With over 350 completed projects, CARDET has vast expertise in the areas of professional development, developing strategies for adult education providers, developing competences. Improving the integration of low-skilled adults, supporting older workers in coping with age transitions and work requirements and improving VET training for young low-skilled learners.  

Some recent indicative project names are: CODE, DIMA 2.0, GenZ, Walk the global walk, Measy, beOld and PROMOVET.

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Reverse mentoring: um caminho para normalizar a aprendizagem intergeracional?

Na Ilíada, de Homero, a história de Telémaco, filho de Ulisses, descreve uma das mais conhecidas relações de mentoria. Aliás, a palavra mentoria (mentoring) deriva da relação de aprendizagem que Telémaco manteve com Mentor, um velho conselheiro, sábio e experiente. A partir de aqui se define o que é a mentoria: uma relação formal ou informal que fomenta o acompanhamento personalizado do desenvolvimento pessoal ou profissional de um indivíduo. Nesta relação, assim como na de Telémaco e Mentor, pressupõe-se que o acompanhamento é feito pela pessoa que tem mais experiência.

Em contextos organizacionais, o conceito de reverse mentoring (mentoria inversa) foi promovido por Jack Welch, antigo CEO da General Eletric, que em 1999 virou a empresa de pernas para o ar colocando, como o próprio disse, “os mais novos e melhores a ensinar os mais velhos”, criando assim um dos primeiros programas de reverse mentoring. Neste sentido, e em contexto organizacional, o termo reverse mentoring refere-se a práticas de mentoria onde um funcionário considerado júnior orienta e apoia um funcionário sénior.

Quer na definição do conceito de mentoria, quer de reverse mentoring, a tónica da relação tem (ou deveria ter) como base a experiência do mentor para orientar e guiar o seu mentorado (mentee). No entanto, através da leitura de diferentes artigos e estudos sobre reverse mentoring, notámos que a idade cronológica — ou até geracional — é sublinhada como o fator inovador nesta relação. É considerado inovador ter jovens a ensinar seniores! Pelo menos, já assim o considerara Jack Welch em 1999.

Num artigo de 2018, Charles Goff-Deakins afirma: “É hora de nos livrarmos do reverse mentoring”. Neste artigo, o autor refere que o termo é arcaico e deve cair em desuso, justificando também que é contraditório com o objetivo e desafio de promover locais de trabalho cada vez mais multigeracionais e simultaneamente inclusivos. A ideia implícita no conceito de reverse mentoring pode mesmo, se não for bem acautelada, resultar em potenciais casos de discriminação etária. O autor propõe que, simplesmente, se use o termo mentoria, que descreve, à partida, uma relação de aprendizagem que envolve duas pessoas. Esta noção é ainda reforçada com a expressão “inicitivas relacionadas com as pessoas” (people-related initiatives) para fomentar o envolvimento e aprendizagens mútuas nos locais de trabalho. Uma tarefa que, segundo o autor, compete aos departamentos de recursos humanos. Esta revisão proposta por Charles Goff-Deakins leva-nos a refletir sobre o conceito de aprendizagem intergeracional, definido pela Center for Civic Education (2001) como parte integrante da aprendizagem ao longo da vida — “toda a atividade de aprendizagem em qualquer momento da vida, com o objetivo de melhorar os conhecimentos, as aptidões e atitudes, no quadro de uma perspetiva pessoal, cívica, social e/ou relacionada com o emprego.” A definição de aprendizagem intergeracional é mais holística, como sendo uma prática que decorre naturalmente das relações humanas, em diferentes contextos, com a partilha e a transferência de conhecimentos. E é isto que tem de ser de facto valorizado. Num contexto organizacional, esta troca pode e deve ser enquadrada em práticas de mentoria formal coincidentes com os objetivos das organizações e alinhada também com as necessidades e aspirações dos colaboradores.

Neste sentido, o reverse mentoring tem contribuído para impactar e alterar positivamente as culturas organizacionais, sendo mesmo utilizado como uma estratégia para ajudar a reduzir as possíveis diferenças entre gerações. Concluímos apresentando dois exemplos de boas práticas ao nível nacional que promovem o reverse mentoring como estratégia para potenciar a pluralidade em contexto laboral.

Sonae MC – Programa de reverse mentoring

O programa foi lançado em 2019, com o lema de criar oportunidades de aprendizagem potenciadas pela diversidade etária existente na empresa. A primeira edição deste programa contou com a participação de 117 funcionários, entre os quais 63 mentores e 54 mentorados, com idades compreendidas entre os 23 e 59 anos. Devido a esta prática, em setembro de 2020, a Sonae MC foi considerada um exemplo europeu de boas práticas de inclusão e diversidade nas organizações, integrando assim o compêndio “ERT I&D Toolkit” da European Round Table for Industry.

Sonar MC Improving Our Life

Novartis – O Programa Expedition e o reverse mentoring

A Novartis tem um programa de estágios para recém-licenciados que aposta no desenvolvimento de jovens talentos portugueses. Este programa desafia estes jovens a tornarem-se mentores da equipa de liderança da Novartis.

Expedition Novartis – Programa de Trainees

Sugestões de leitura

Os benefícios da aprendizagem intergeracional

European Round Table for Industry (ERT) Inclusion & Diversity Case studies

Reverse Mentoring: a vez dos mais jovens

Sonae é exemplo europeu de boas práticas de inclusão e diversidade nas organizações

Sonae MC | Programa de Reverse Mentoring

Sonae MC: «Queremos promover um ambiente colaborativo, saudável e inclusivo, com líderes humanos e inspiradores»

Jack Welch on Reverse Mentoring

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Introduction of BRCCI

Introduction of BRCCI

The Bulgarian-Romanian Chamber of Commerce and Industry (BRCCI) is a private association of companies interested to develop their business in Bulgaria and/or Romania. Our members are mainly Bulgarian and Romanian companies, but dozens of companies around the globe seek our assistance to get to know the two neighboring markets.

One of the most frequently asked questions by potential investors in Bulgaria and Romania is whether there are enough trained specialists in our countries. They are looking not only for digital knowledge and skills, which are largely possessed by the younger generation, but also employees with experience and understanding of the offline environment. We know that the staffing problem is one of the most serious for the local business, and the difference between the generations deepens it. Our experience in the cross-border region shows that employers are looking for staff from the neighboring country, but there are a number of obstacles to labour mobility. That is why we have created the VISA-Cross-Border Labour Mobility Agency, which deals with the main challenges facing cross-border employment between Bulgaria and Romania. We have been actively working on this topic for several years, and we do realize that there are differences in the perception of the two nations, despite the close geographical relationship. To be even more useful, we have licensed a professional training center within the Chamber, where at the request of employers and individual participants, we deliver various trainings – professional, key skills such as communication in a foreign language, communications, digital marketing. These trainings bring together employees of a specific company or people, who want to change their professional qualification at different age, who by the end of the training build intergenerational relationships and manage to exchange experience.

We believe that international business relations become successful when we invest in our future – the children. Our social mission and corporate responsibility is the Bulgarian-Romanian Kids Fund, which provides opportunities for Bulgarian and Romanian children and young people to meet and communicate, to make friends and to overcome cultural barriers. The development of the links between generations and more valuable communication is one of the long-term goals of the Bulgarian-Romanian Children’s Fund.

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